02/06/2008

A difícil arte de comer cachorro quente


Quem nunca derrubou carne do cachorro quente da escola que atire a primeira pedra! Se comer cachorro quente fosse matéria da escola, provavelmente todos iam tirar nota zero. O que será que o povo da cantina faz com a carne pra você sempre derrubá-la? Magia negra? Só se for, porque eu nunca vi uma alma viva que não tenha deixado punhados de carne transbordar pela farda, pela mesa, pelo chão, até nos outros. Comer cachorro quente de carne moída deve ser a mais pura ciência.
A única solução é tirar a carne do pão! Mas aí, vai ficar só... PÃO! Assim não dá, isso é realmente revoltante! Imagina o grau de frustração: você todo feliz, comendo seu cachorro quente e de repente... plaft, cai a carne com o molho no seu pé e sobe aquele ódio. Depois chega alguém do NUMA (o povo do núcleo do meio ambiente) e diz: “vai limpar o pátio!”
Apesar de todo o drama que é comer cachorro-quente de carne moída, a gente continua comprando-o. Por quê? Porque é bom, ora bolas.
Aí você não pode levar o assunto para a Assembléia e fazer uma reclamação, pois vai que tiram o cachorro-quente da cantina ou diminuem a carne dele (O.O). Vai que te acontece uma coisa dessa?!
Se alguma pessoa tiver uma solução pra tudo isso que me conte, POR FAVOOOR!

Rebeca - 7º ano

O NUMA salvando as tartarugas

       


Luã e eu, que somos do GRA (Grupo de Apresentação), entramos de penetra na aula-passeio do NUMA (núcleo do meio ambiente) com destino à Praia do Marco, para vermos o nascimento de tartarugas. Já que nossa função no blog da escola é contar o que acontece, estamos aqui para relatar um pouco sobre essa aventura. Pois fiquem sabendo que foi uma mistura maravilhosa de lazer, aprendizagem e encantamentos.
Lá na praia, conseguimos ver dois ninhos repletos de tartaruguinhas aflitas para seguirem para o mar. Diante da imensidão do oceano, chega a ser engraçado ver tanta pressa quando há muita água para todas. A verdade é que nos dois ninhos notamos a presença de predadores naturais: no primeiro um caranguejo frustrado pela nossa participação e interferência e, no outro, uma raposa que deixou as suas pegadas bem visíveis. Assim, nesse ninho restou um número reduzido de tartarugas, só quarenta e três!
Imaginem só quantas tartarugas podem ser encontradas a cada ninho... Mais de cem! As do último ninho que visitamos foram levadas por nós até a beirada do mar, pois o ninho se localizava por trás de uma duna. Sob a orientação do seu Anselmo, o tartarugeiro, e do professor Jorge, colocamos todas as tartarugas sobre uma toalha (tipo berçário) e assim as transportamos para o novo meio que deveriam viver - o mar. Viver? Nem tanto, pois ouvimos que de todas as tartarugas que nascem por ninho, só uma conseguirá sobreviver e voltar para a mesma praia; para lá desovar e dar continuidade à sua espécie. No caso, as tartarugas que vimos são as tartaruga de pente.
Além de vermos as tartarugas nascendo, medimos e pesamos algumas delas. Isto para que o pessoal do NUMA pudesse realizar, em sala de aula, alguns estudos e depois levar o assunto para o restante dos alunos do Ensino Fundamental; o que eles, afinal, aprenderam. E como aprenderam! Vejam só que coisa legal: durante esses dois dias, entre um banho de mar ou piscina, lá vinha seu Anselmo com novidades ou tartarugas para apreciarmos e a dona da pousada nos contava sobre a história do local – a verdadeira história sobre o Marco de Touros. Mesmo assim, nem tudo é um mar de rosas.
Imaginem vocês que, para chegarmos aos respectivos ninhos, tivemos que enfrentar 12 km de caminhada a cada dia, isto é: caminhamos ao todo 24 km. Pois haja pernas, assaduras, calos, dor na lombar e desculpas mil (justificáveis) para não fazer o mesmo trajeto no dia seguinte!
Alguns, realmente, saíram bem esfolados, outros exaustos e quase que se arrastando, mas todos se sentiram recompensados pelo esforço e por tudo mais: principalmente pela comidinha da pousada. Hum, maravilhosa! Agora, diante de tantos prazeres e satisfações que nos fazem refletir sobre a vida, Luã e eu deixamos aqui a seguinte pergunta para você leitor:
“Será que a ação do homem, na preservação das espécies em extinção, é o suficiente para mantê-lo sobre o Planeta com qualidade de vida?”

Luã e Priscila- 7º ano
G.R.A

O NUMA salvando as tartarugas

            



Luã e eu, que somos do GRA (Grupo de Apresentação), entramos de penetra na aula-passeio do NUMA (núcleo do meio ambiente) com destino à Praia do Marco, para vermos o nascimento de tartarugas. Já que nossa função no blog da escola é contar o que acontece, estamos aqui para relatar um pouco sobre essa aventura. Pois fiquem sabendo que foi uma mistura maravilhosa de lazer, aprendizagem e encantamentos.
Lá na praia, conseguimos ver dois ninhos repletos de tartaruguinhas aflitas para seguirem para o mar. Diante da imensidão do oceano, chega a ser engraçado ver tanta pressa quando há muita água para todas. A verdade é que nos dois ninhos notamos a presença de predadores naturais: no primeiro um caranguejo frustrado pela nossa participação e interferência e, no outro, uma raposa que deixou as suas pegadas bem visíveis. Assim, nesse ninho restou um número reduzido de tartarugas, só quarenta e três!
Imaginem só quantas tartarugas podem ser encontradas a cada ninho... Mais de cem! As do último ninho que visitamos foram levadas por nós até a beirada do mar, pois o ninho se localizava por trás de uma duna. Sob a orientação do seu Anselmo, o tartarugeiro, e do professor Jorge, colocamos todas as tartarugas sobre uma toalha (tipo berçário) e assim as transportamos para o novo meio que deveriam viver - o mar. Viver? Nem tanto, pois ouvimos que de todas as tartarugas que nascem por ninho, só uma conseguirá sobreviver e voltar para a mesma praia; para lá desovar e dar continuidade à sua espécie. No caso, as tartarugas que vimos são as tartaruga de pente.
Além de vermos as tartarugas nascendo, medimos e pesamos algumas delas. Isto para que o pessoal do NUMA pudesse realizar, em sala de aula, alguns estudos e depois levar o assunto para o restante dos alunos do Ensino Fundamental; o que eles, afinal, aprenderam. E como aprenderam! Vejam só que coisa legal: durante esses dois dias, entre um banho de mar ou piscina, lá vinha seu Anselmo com novidades ou tartarugas para apreciarmos e a dona da pousada nos contava sobre a história do local – a verdadeira história sobre o Marco de Touros. Mesmo assim, nem tudo é um mar de rosas.
Imaginem vocês que, para chegarmos aos respectivos ninhos, tivemos que enfrentar 12 km de caminhada a cada dia, isto é: caminhamos ao todo 24 km. Pois haja pernas, assaduras, calos, dor na lombar e desculpas mil (justificáveis) para não fazer o mesmo trajeto no dia seguinte!
Alguns, realmente, saíram bem esfolados, outros exaustos e quase que se arrastando, mas todos se sentiram recompensados pelo esforço e por tudo mais: principalmente pela comidinha da pousada. Hum, maravilhosa! Agora, diante de tantos prazeres e satisfações que nos fazem refletir sobre a vida, Luã e eu deixamos aqui a seguinte pergunta para você leitor:
“Será que a ação do homem, na preservação das espécies em extinção, é o suficiente para mantê-lo sobre o Planeta com qualidade de vida?”

Luã e Priscila- 7º ano
G.R.A

O absurdo de acordar cedo



Vocês já pensaram como é terrível ter que acordar quando se está no meio do sono? Quando se está dentro dos lençóis, no maior sonho da vida, e então a sua mãe chega, delicadamente, e começa a te balançar. Depois com voz suave, ela comanda: "Direto pro banho"!
É justo nesse momento, em que seu nome é pronunciado infinitas vezes em vão, tipo assim: “João, levanta”, “João, acorda”,” João, tem aula”, “ João, você vai perder a hora”. Não causa efeito algum, pois, afinal, palavras não movem montanhas. Logo a janela é estupidamente aberta e de imediato vem o sol... bem no meio da cara.
Pois acreditem, tudo isso é uma violência, um atentado contra o menor. Pelo estatuto do direito da criança e do adolescente, o ECA - nossa que estranho! – “nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, VIOLÊNCIA!, CRUELDADE! E OPRESSÃO!, punido na forma da lei por qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.” [Artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente, de 13/07/1990]
Tradução pós-simultânea para os mau-entendedores: pais, se vocês continuarem a usar meios coercivos para interromper o nosso belo sono, a lei pode recair sobre vocês! CUIDADO!
Aliás, vocês perceberam que a lei não cita nada sobre o direito de dormir sem ser acordado pelos pais, pois deveria ser mencionado.
Bom, pessoal, por hora chega de escrever, porque eu tenho que dormir, afinal, eu durmo cedo.
Agora são, apenas, seis horas da manhã ... UAAAAHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Texto escrito por nós (com a ajudinha da Priscila, nossa monitora e diretora)
Quem somos nós?
Renato, Luiza Salles, Julia, Rebeca, Vinícius, João Pedro e Luã (que faltou nesse dia, provavelmente porque não conseguiu acordar).