25/11/2008

Receita fácil para as férias

Já que o GRA finalmente está saindo de férias :D, resolvemos deixar para o leitor (será que esse blog tem algum leitor?) uma receita fácil do site para vc curtir: http://vilasabor.vilamulher.com.br/receita/pratos-principais/2579-fettuccine-a-parisiense.html

Fettuccine à Parisiense
Rendimento
5 porções

Ingredientes
• 1 lata(s) de creme de leite sem soro
• 1 lata(s) de ervilha
• 200 gr de presunto magro em tiras
• 500 gr de fettuccine cozido(s)
• 2 unidade(s) de peito de frango desossado cozido(s) e desfiado(s)

Molho
• 1 unidade(s) de cebola ralada(s)
• quanto baste de manteiga
• 1 colher(es) (sopa) de farinha de trigo
• 1/2 litro(s) de leite

Modo de preparo
Refogue o frango desfiado na manteiga ou margarina suficiente, acrescentar o presunto ao refogado e esperar um pouco. Depois coloque as ervilhas e o molho branco, misture bem e coloque o creme de leite por último. Se quiser, leve ao forno para gratinar.

Molho
Derreta manteiga suficiente e refogue a cebola, acrescente a farinha e quando estiver bem misturado coloque o leite fervido.

Luiza
GRA

18/11/2008

SESI/RN

Gente, a Casa Escola está a 1000 este ano. Sente só:
  • a Laura foi premiada com a melhor redação sobre Tolerância no concurso dos correios no estado todo.
  • depois, ela mesma, a Laurinha e mais a Carol conseguem chegar até as semi-finais no concurso de Geografia promovido pela National Geografic, sendo que a Carol ficou entre os 169 finais dos 280.000 concorrentes, já pensou?
  • e agora mais essa, meu: a Casa Escola concorreu ao Prêmio Construindo a Nação descrevendo em forma de projeto o trabalho realizado com o NUMA e as demais ações ecológicas da escola e assim conseguiu se destacar mais uma vez. :)
Veja aí embaixo o que a Priscila recebeu por e-mail.

"Prezada senhora,
Ana Priscila Griner (hum, hum, hum :) :) , chique todo )

Como é do vosso conhecimento, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Departamento Nacional do Serviço Social da Indústria (SESI/DN) e o Instituto Brasileiro da Cidadania, realizaram neste ano, por meio do SESI-RN, o
Prêmio Construindo a Nação edição 2008.
É com muita satisfação que comunicamos o resultado dos projetos selecionados, ora via e-mail e até a próxima semana por correspondência oficial do nosso superintendente.
O Instituto Educacional Casa Escola- receberá o prêmio – Destaque Social - pelo projeto intitulado " Preservar, Plantar e Então Colher.”

Atenciosamente
Francineide Dias Lucas
Coordenadora do Prêmio Construindo a Nação

Parabéns NUMA, parabéns Jorge, parabéns Sylene, parabéns Priscila e parabéns CASA ESCOLA!!!

Luã e Julia - 7º ano
GRA

Churrascão na Laje \o\\o||o||o//o/

O grupo do Grêmio e o GR de eventos anunciam o churrasco que vai acontecer no dia 05.12, sexta feira, aqui (na Casa Escola), a partir das 9hs. Nada de vir com mãos vazias, hein? Vai ter muita carne, queijo, refri, brincadeiras, banho de piscina e confraternização, então venham se divertir!

João Pedro - 7ºano
GRA

12/11/2008

Forró é bom demais


Sabemos que as pessoas não têm o gosto igual. Ainda bem! Imaginem todos gostando e usando sempre as mesmas coisas? Não dá, né?! Mesmo assim o povo insiste em achar ruim ou errado tudo o que não lhe agrada, a começar pela música. Já repararam?
O fulano odeia axé, aí vem o Caetano Veloso (uma sumidade) e sai divulgando um axé que ele tirou do baú, e de repente lá está o fulaninho cantando o axé: “Avisa lá que eu vou chegar mais tarde... avisa lá, avisa lá, ô, ô...” Pode?
Por isso, galera, existem vários estilos de música: forró, samba, pagode, rock, reggae, metal, suingueira, etc. A variedade existe para atingir a todos e não para desagradar a ninguém.
Mas mesmo assim, cansados de saber que a diversidade enriquece a alma, na nossa escola os alunos acabam tendo o gosto muito parecido e restrito - dão preferência somente ao rock e ao emocore (se não sabe o que é, pesquise na wikipedia).
Por isso nós, forrozeiros de plantão, sugerimos que o GRM (grupo de responsa de música) varie mais os estilos para nos acostumarmos com outros modos de apreciar a música. E nada de preconceitos, pessoal! :)


João pedro - 6º ano
Luã e Renato - 7º ano
GRA

06/11/2008

Tirinhas (3)


Quem quiser enviar alguma tirinha para contribuir com a seção, enviar para o e-mail almogadm@gmail.com - PARTICIPEM!!!


Léo e João Pedro - 7º ano

04/11/2008

HALLOWEEN


Dia 31/10 foi o Halloween do IECE, tinha muita gente, tanto de fora quanto da escola. As atividades foram diversas: muitas brincadeiras, boate e filmes de terror (com censuras, é lógico!). Por incrível que pareça tinha até gente jogando xadrez e Magic.

Pessoas fantasiadas assustavam os visitantes pelos corredores, teve até concurso de melhor fantasia, no qual Natan, que estava fantasiado de teia de aranha, ganhou. A maioria dos alunos do Fundamental II veio fantasiado de si mesmo, o que nos leva a concluir que a criatividade está indiretamente proporcional à idade. Salvo a Ângela, que estava show de abóbora! (ou jerimum).
Os alunos do GR de eventos capricharam na produção, estão de parabéns! E os do GR de Música tiveram o cuidado de mandar uma relação com músicas para o DJ antecipadamente. Mas isso não garantiu a dança, pois cada um tem seu gosto e ficou difícil agradar a todos. Mas no final das contas, todos gostaram e se divertiram muito.


Júlia e Rebeca - 7º ano
GRA

Tirinhas (1)














Léo e João Pedro - 7º ano
GRA

Bullying, o exercício da intimidação

Bullying, o Exercício da Intimidação foi o tema de um debate realizado nesta segunda-feira (03/11) pelos alunos do 7º ano. Compareceram ao debate as turmas do 4º ao 9º ano, e para falar sobre o assunto foram chamadas Priscila, diretora da escola; Juliana, a psicóloga; Eleide, coordenadora do Ensino Fundamental I; e Sylene, coordenadora do Ensino Fundamental II.
Para quem não sabe o que é bullying, esse é o nome dado a agressões ocorridas na escola de caráter repetitivo e sem motivo aparente. Pode vir na forma de um “simples” apelido maldoso ou de exclusão, extorsão etc, e geralmente é confundido com uma brincadeira.
Juliana comentou durante o debate que os garotos costumam ser mais explícitos, colocando apelidos pejorativos, intimidando e agredindo fisicamente. Já as meninas, segundo ela, costumam ser mais sutis, usando de exclusão e difamação.
Muitas vezes a vítima do bullying considera a agressão algo comum e continua sofrendo calada ou então se sente receosa de pedir ajuda a outras pessoas, um dos principais motivos que tornam o bullying difícil de solucionar. Mas o principal é tentar fazer as pessoas entenderem que esse tipo de agressão não tem a menor graça e definitivamente não é uma brincadeira.
Em sua totalidade, o debate foi bem interessante, os alunos pareciam bem envolvidos, os convidados explicaram muito bem sobre o assunto e tenho certeza de que todos que participaram vão prestar mais atenção no que dizem aos outros.

Vinícius - 7º ano
GRA

Final do Torneio de Tutorias



Na ultima sexta-feira (31/10) ocorreu a final do torneio de tutorias. O jogo realizado entre as tutorias de Vaneíse e Alex, o pequenino, foi emocionante do começo ao fim.
No primeiro tempo do jogo, o time de Alex fez dois gols de vantagem, mas no segundo tempo foi a tutoria de Vaneíse que marcou dois gols, empatando o jogo. Ainda bem que ninguém com problemas cardíacos estava assistindo a partida, porque os chutes a gol eram constantes.
O segundo tempo terminou e a partida permaneceu empatada, a disputa agora seria decidida nos pênaltis. O primeiro pênalti foi batido e um gol para a tutoria de Vaneíse foi marcado. Era a vez do time de Alex bater o pênalti. E o goleiro defende! O juiz dá o jogo como terminado. Enquanto os pupilos de Vaneíse comemoram aos berros, os de Alex discordam alegando que as cobranças ainda não tinham acabado. Os alunos do GR de jogos também protestam e explicam ao árbitro que cada time deveria cobrar três pênaltis.
Resolvido o problema, foi reiniciada a cobrança de pênaltis. Era a vez da tutoria de Vaneíse dar o chute. E é gol! Se o goleiro defendesse o pênalti, a vitória seria do time de Vaneíse.
Alex vai bater o pênalti, ele se prepara, ele chuta... E o goleiro defende mais uma vez! Vitória da tutoria de Vaneíse - graças à atuação excelente do goleiro Lucas!
E assim terminou o torneio, e fica a expectativa de que mais

Vinícius - 7º ano
GRA

12/09/2008

Objeto de desejo ou, o aparelho!


Quando um dos meus primos colocou aparelho, achei aquilo tão legal... Fosse móvel ou fixo, o aparelho odontológico tornou-se, para mim, um dos maiores sonhos de consumo.
Já que naquela idade ter aparelho não me era possível, resolvi apelar para o papel alumínio. Com um pouco de criatividade, pude cobrir os dentes de prateado e com o auxílio de um palito de pirulito, prender a língua para falar “ATHIM” (fazer pronúncia do th em inglês), do mesmo modo que o meu primo passou a falar.
Mas antes mesmo do esperado, a dentista anunciou: – Escuta aqui, você vai ter que colocar aparelho ou vai ter que arrancar quatro dentes, escolha! Diante das opções um tanto dramáticas, optei pelo aparelho, é lógico.
Com a notícia correndo à solta (culpa minha), a galera “amiga” começou a me estimular: - Agora, você vai ver o que é bom para tosse, vai doer até a morte, você vai sofrer...
A partir desse momento as ameaças se concretizaram. A cadeira da dentista, que antes era um bom local para relaxamento, passou a ser a mais requintada máquina de tortura.
Anéis de metal foram colados, um a um, em volta dos dentes. Ligas de elástico conectaram a mandíbula inferior à superior e um freio, (GENTE UM FREIO, VOCÊS TÊM NOÇÃO?!) teve que passar a ser usado a maior parte do dia; e tudo isso com a minha nobre colaboração. De consolo, a dentista docilmente perguntou: “quer a almofadinha de estrelinha ou a azul?”.
Por falar em tortura, o pior de todos os aparelhos é aquele da chavinha que sua mãe precisa todo o dia apertar para abrir os ossos do céu da boca. Já viram quanta imaginação para inventar um aparelho desses?
Pior do que ter de mastigar um bife logo após a manutenção (e “apertação”) é esquecer o aparelho dentro do guardanapo em cima da mesa do restaurante. Na verdade isso deve ser mais terrível para o garçom. Depois de um dia intenso de trabalho servindo e paparicando clientes famintos, o coitado precisa pagar o mico e ter que procurar nas latas de lixo o diacho do aparelho que eu ou você (um bando de miolo mole) esqueceu na mesa do restaurante. Podre, meu amigo – essa é podre!
Bom gente, já que a intenção é saúde e estética quero dizer para vocês que ATHINAL USTHAR APARELHO POTHE STHER MUTHO POSITHIVO!

GRA - 2008

04/08/2008

Os efeitos da moral


Ficamos um tempão num bate-papo descontraído matutando, como é que um professor consegue manter uma turma de adolescentes efervescentes em silêncio total. São os efeitos da moral. Basta um leve e penetrante olhar e... todos se calam.:-[ glup! Como é que ele consegue fazer tal proeza?
No bate-papo informal, revelamos que quando “O PROFESSOR” que tem moral vem subindo as escadas, todos vão se ajeitando rapidamente em seus lugares – coisa de filme militar da sessão da tarde. Em contrapartida, e por questões de sobrevivência, sempre fica alguém de plantão na porta da sala para avisar à turma quando “O PROFESSOR” vem chegando. A cada degrau que ele sobe o suspense aumenta e o calor vai subindo pelo pescoço até despontar nas orelhas. Por vezes, um sussurro: “ Pessoal,“O PROFESSOR”!!!!” :-O
- Disciplina, minha gente, disciplina: todos os cadernos abertos, lápis na mão, atividades para serem corrigidas. Nenhum pio! :-# Por fim, já que a questão nos deixou encucados e o debate foi bastante polêmico, resolvemos fazer uma pequena pesquisa de opinião entre os colegas da turma. Após a manifestação de poucos alunos, aqueles que tiveram coragem de falar sobre o assunto, concluímos que: se “A Moral” do professor vier acompanhada de pequenas doses de humor para descontrair a pressão, deixamos de encará-lo como um carrasco e começamos a enxergá-lo como alguém que está lá, frente à turma, para cuidar melhor da nossa concentração que, afinal, sempre foge loucamente.

GRA

02/06/2008

A difícil arte de comer cachorro quente


Quem nunca derrubou carne do cachorro quente da escola que atire a primeira pedra! Se comer cachorro quente fosse matéria da escola, provavelmente todos iam tirar nota zero. O que será que o povo da cantina faz com a carne pra você sempre derrubá-la? Magia negra? Só se for, porque eu nunca vi uma alma viva que não tenha deixado punhados de carne transbordar pela farda, pela mesa, pelo chão, até nos outros. Comer cachorro quente de carne moída deve ser a mais pura ciência.
A única solução é tirar a carne do pão! Mas aí, vai ficar só... PÃO! Assim não dá, isso é realmente revoltante! Imagina o grau de frustração: você todo feliz, comendo seu cachorro quente e de repente... plaft, cai a carne com o molho no seu pé e sobe aquele ódio. Depois chega alguém do NUMA (o povo do núcleo do meio ambiente) e diz: “vai limpar o pátio!”
Apesar de todo o drama que é comer cachorro-quente de carne moída, a gente continua comprando-o. Por quê? Porque é bom, ora bolas.
Aí você não pode levar o assunto para a Assembléia e fazer uma reclamação, pois vai que tiram o cachorro-quente da cantina ou diminuem a carne dele (O.O). Vai que te acontece uma coisa dessa?!
Se alguma pessoa tiver uma solução pra tudo isso que me conte, POR FAVOOOR!

Rebeca - 7º ano

O NUMA salvando as tartarugas

       


Luã e eu, que somos do GRA (Grupo de Apresentação), entramos de penetra na aula-passeio do NUMA (núcleo do meio ambiente) com destino à Praia do Marco, para vermos o nascimento de tartarugas. Já que nossa função no blog da escola é contar o que acontece, estamos aqui para relatar um pouco sobre essa aventura. Pois fiquem sabendo que foi uma mistura maravilhosa de lazer, aprendizagem e encantamentos.
Lá na praia, conseguimos ver dois ninhos repletos de tartaruguinhas aflitas para seguirem para o mar. Diante da imensidão do oceano, chega a ser engraçado ver tanta pressa quando há muita água para todas. A verdade é que nos dois ninhos notamos a presença de predadores naturais: no primeiro um caranguejo frustrado pela nossa participação e interferência e, no outro, uma raposa que deixou as suas pegadas bem visíveis. Assim, nesse ninho restou um número reduzido de tartarugas, só quarenta e três!
Imaginem só quantas tartarugas podem ser encontradas a cada ninho... Mais de cem! As do último ninho que visitamos foram levadas por nós até a beirada do mar, pois o ninho se localizava por trás de uma duna. Sob a orientação do seu Anselmo, o tartarugeiro, e do professor Jorge, colocamos todas as tartarugas sobre uma toalha (tipo berçário) e assim as transportamos para o novo meio que deveriam viver - o mar. Viver? Nem tanto, pois ouvimos que de todas as tartarugas que nascem por ninho, só uma conseguirá sobreviver e voltar para a mesma praia; para lá desovar e dar continuidade à sua espécie. No caso, as tartarugas que vimos são as tartaruga de pente.
Além de vermos as tartarugas nascendo, medimos e pesamos algumas delas. Isto para que o pessoal do NUMA pudesse realizar, em sala de aula, alguns estudos e depois levar o assunto para o restante dos alunos do Ensino Fundamental; o que eles, afinal, aprenderam. E como aprenderam! Vejam só que coisa legal: durante esses dois dias, entre um banho de mar ou piscina, lá vinha seu Anselmo com novidades ou tartarugas para apreciarmos e a dona da pousada nos contava sobre a história do local – a verdadeira história sobre o Marco de Touros. Mesmo assim, nem tudo é um mar de rosas.
Imaginem vocês que, para chegarmos aos respectivos ninhos, tivemos que enfrentar 12 km de caminhada a cada dia, isto é: caminhamos ao todo 24 km. Pois haja pernas, assaduras, calos, dor na lombar e desculpas mil (justificáveis) para não fazer o mesmo trajeto no dia seguinte!
Alguns, realmente, saíram bem esfolados, outros exaustos e quase que se arrastando, mas todos se sentiram recompensados pelo esforço e por tudo mais: principalmente pela comidinha da pousada. Hum, maravilhosa! Agora, diante de tantos prazeres e satisfações que nos fazem refletir sobre a vida, Luã e eu deixamos aqui a seguinte pergunta para você leitor:
“Será que a ação do homem, na preservação das espécies em extinção, é o suficiente para mantê-lo sobre o Planeta com qualidade de vida?”

Luã e Priscila- 7º ano
G.R.A

O NUMA salvando as tartarugas

            



Luã e eu, que somos do GRA (Grupo de Apresentação), entramos de penetra na aula-passeio do NUMA (núcleo do meio ambiente) com destino à Praia do Marco, para vermos o nascimento de tartarugas. Já que nossa função no blog da escola é contar o que acontece, estamos aqui para relatar um pouco sobre essa aventura. Pois fiquem sabendo que foi uma mistura maravilhosa de lazer, aprendizagem e encantamentos.
Lá na praia, conseguimos ver dois ninhos repletos de tartaruguinhas aflitas para seguirem para o mar. Diante da imensidão do oceano, chega a ser engraçado ver tanta pressa quando há muita água para todas. A verdade é que nos dois ninhos notamos a presença de predadores naturais: no primeiro um caranguejo frustrado pela nossa participação e interferência e, no outro, uma raposa que deixou as suas pegadas bem visíveis. Assim, nesse ninho restou um número reduzido de tartarugas, só quarenta e três!
Imaginem só quantas tartarugas podem ser encontradas a cada ninho... Mais de cem! As do último ninho que visitamos foram levadas por nós até a beirada do mar, pois o ninho se localizava por trás de uma duna. Sob a orientação do seu Anselmo, o tartarugeiro, e do professor Jorge, colocamos todas as tartarugas sobre uma toalha (tipo berçário) e assim as transportamos para o novo meio que deveriam viver - o mar. Viver? Nem tanto, pois ouvimos que de todas as tartarugas que nascem por ninho, só uma conseguirá sobreviver e voltar para a mesma praia; para lá desovar e dar continuidade à sua espécie. No caso, as tartarugas que vimos são as tartaruga de pente.
Além de vermos as tartarugas nascendo, medimos e pesamos algumas delas. Isto para que o pessoal do NUMA pudesse realizar, em sala de aula, alguns estudos e depois levar o assunto para o restante dos alunos do Ensino Fundamental; o que eles, afinal, aprenderam. E como aprenderam! Vejam só que coisa legal: durante esses dois dias, entre um banho de mar ou piscina, lá vinha seu Anselmo com novidades ou tartarugas para apreciarmos e a dona da pousada nos contava sobre a história do local – a verdadeira história sobre o Marco de Touros. Mesmo assim, nem tudo é um mar de rosas.
Imaginem vocês que, para chegarmos aos respectivos ninhos, tivemos que enfrentar 12 km de caminhada a cada dia, isto é: caminhamos ao todo 24 km. Pois haja pernas, assaduras, calos, dor na lombar e desculpas mil (justificáveis) para não fazer o mesmo trajeto no dia seguinte!
Alguns, realmente, saíram bem esfolados, outros exaustos e quase que se arrastando, mas todos se sentiram recompensados pelo esforço e por tudo mais: principalmente pela comidinha da pousada. Hum, maravilhosa! Agora, diante de tantos prazeres e satisfações que nos fazem refletir sobre a vida, Luã e eu deixamos aqui a seguinte pergunta para você leitor:
“Será que a ação do homem, na preservação das espécies em extinção, é o suficiente para mantê-lo sobre o Planeta com qualidade de vida?”

Luã e Priscila- 7º ano
G.R.A

O absurdo de acordar cedo



Vocês já pensaram como é terrível ter que acordar quando se está no meio do sono? Quando se está dentro dos lençóis, no maior sonho da vida, e então a sua mãe chega, delicadamente, e começa a te balançar. Depois com voz suave, ela comanda: "Direto pro banho"!
É justo nesse momento, em que seu nome é pronunciado infinitas vezes em vão, tipo assim: “João, levanta”, “João, acorda”,” João, tem aula”, “ João, você vai perder a hora”. Não causa efeito algum, pois, afinal, palavras não movem montanhas. Logo a janela é estupidamente aberta e de imediato vem o sol... bem no meio da cara.
Pois acreditem, tudo isso é uma violência, um atentado contra o menor. Pelo estatuto do direito da criança e do adolescente, o ECA - nossa que estranho! – “nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, VIOLÊNCIA!, CRUELDADE! E OPRESSÃO!, punido na forma da lei por qualquer atentado, por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais.” [Artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente, de 13/07/1990]
Tradução pós-simultânea para os mau-entendedores: pais, se vocês continuarem a usar meios coercivos para interromper o nosso belo sono, a lei pode recair sobre vocês! CUIDADO!
Aliás, vocês perceberam que a lei não cita nada sobre o direito de dormir sem ser acordado pelos pais, pois deveria ser mencionado.
Bom, pessoal, por hora chega de escrever, porque eu tenho que dormir, afinal, eu durmo cedo.
Agora são, apenas, seis horas da manhã ... UAAAAHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Texto escrito por nós (com a ajudinha da Priscila, nossa monitora e diretora)
Quem somos nós?
Renato, Luiza Salles, Julia, Rebeca, Vinícius, João Pedro e Luã (que faltou nesse dia, provavelmente porque não conseguiu acordar).